Muito mais que abrir um e-commerce, quero uma loja que venda.

Mas qual é o sonho do varejista que quer começar a vender online?! Ter um negócio de sucesso! E, no final, gastar menos. Afinal, não terá despesas com aluguel, salário de funcionários e outros custos demandados pelas lojas físicas.

Atenção: os investimentos no e-commerce, apesar de não serem iguais aos de uma loja física, em alguns casos não são tão diferentes. Por isso, é preciso cuidado na hora de procurar os fornecedores.

Não é impossível chegar à “loja dos sonhos”, mas é necessário investimento e compromisso. Com uma escolha errada dos parceiros, o sonho pode ficar mais distante.

Para começar, você deve entender o momento do seu negócio. O que o e-commerce será para você? Um novo investimento ou mais um canal de venda?

O que preciso para começar?

Aquele velho ditado brasileiro: “Sou brasileiro e não desisto nunca!”. Começar não é o mais difícil, mas sim persistir no projeto, concretizar o sonho, viabilizar o seu site. Para isso, ter um planejamento bem feito e estruturado é o primeiro passo para o start da loja.

É importante conhecer seus concorrentes, mesmo os indiretos, e o tipo de ações que estão colocando em prática.

Outro ponto fundamental é entender o que acontece dentro da sua operação e prever cenários. É preciso ficar de olho na atenção com a precificação, a logística e a entrega.

Para acompanhar a evolução, é essencial definir seus KPI’s. Você precisa ter uma visão de crescimento, saber onde está e aonde quer chegar.

Como definir os pilares da sua operação?

O ecossistema do e-commerce é complexo. Assim, se os pilares do negócio não forem sólidos, aumentam consideravelmente os riscos de fracasso.

Você estará com a loja pronta, integrada ao seu ERP, produtos cadastrados e, ainda assim, terá problemas na hora da venda, em virtude de dificuldades com o sistema.

Em 2018, por exemplo, muitos clientes tiveram problemas justamente no ápice da Black Friday. Uma das maiores plataformas de e-commerce do Brasil simplesmente saiu do ar.

Na hora de colocar os alicerces, procure plataformas com atendimento, suporte que funciona, estabilidade (SLA) e que garanta a escalabilidade da loja.

Na tecnologia da plataforma, o software de gestão (ERP), a agência parceira e a equipe interna devem formar um time engajado e dedicado. Isso faz toda a diferença.

Quero vender online!

Vou contar o segredo do e-commerce: sem tráfego, a loja não vende. Claro que existem outros fatores importantes para ter uma operação bem-sucedida, mas acredito que esse seja o principal.

Um shopping sem movimento não tem faturamento; assim será sua loja sem tráfego. Por isso, um parceiro com experiência em performance vai ser importante na hora do investimento em mídia.

Comece devagar, mas dê o start no trabalho de divulgação! Na hora do Go Live da loja tudo precisa estar alinhado! Problemas no checkout, botões e quebra de página não podem acontecer, porque custará algumas vendas e terá repercussão na sua imagem. Divulgue, faça posts, compartilhe, mostre aos seus consumidores em potencial que a sua loja está aberta.

User experience

Proporcionar uma boa experiência para o usuário é fundamental. O consumidor que navega pela loja precisa ser mais do que uma visita, deve ser uma conversão! Mas como fazer isso?

Como disse antes, sem tráfego sua loja não vende. Mas não adianta ter 1 milhão de visitas se o checkout não funciona, se o botão “comprar” está fora, se falta itens importantes no estoque. O e-commerce é um ecossistema que precisa ser alimentado.

Você constrói os alicerces com tecnologia e parceiros. Os “muros” dependem da qualidade e da eficiência na loja, envolvendo todas as etapas da venda, até o produto chegar ao consumidor final.

Tem uma frase do Sam Walton que sintetiza bem essa história: “Só existe um chefe: o cliente. E ele pode demitir todas as pessoas da empresa, do presidente do conselho até o faxineiro, simplesmente levando o dinheiro para gastar em outro lugar”.

Então, fique atento: trate bem o seu cliente, seja ele quem for ou de como ele chegou até você, mídia paga, busca orgânica, redes sociais etc. Não deixe ele “apenas dar uma olhadinha” na sua loja.

FONTE: e-commercebrasil

AUTOR: Henrique Rezende